azul do lago, poesia
quarta-feira, 11 de julho de 2012
trópicos
os sons da manhã
falam para si mesmos
que o céu existe
e é amplo
a fala dos pássaros
paira no ar,
entrecortada, frágil,
abrupta
as brasas do fogo de ontem
relutam em ceder ao vento
e os cucos, em revoada,
retornam, inexistentes,
à imensidão dos ipês
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