domingo, 18 de dezembro de 2011

circo celeste

de norte a sul, o vento
no azul celeste, nuvens
instala-se o circo
de graça, sem filas,
diversão para todos
que olharem pra cima
à moda antiga

um floco de algodão?
olhe mais perto...
um elefante! e sobre ele
um anão

eis depois a girafa
só pescoço, pernas finas
ri aberto o palhaço
de doidos cabelos
e pés de cortiça

a última nuvem
se vai agora
um branco coelho
a entrar na cartola


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