as cores, à noite,
unidas num único manto
no azul do lago
no verde das plantas
no ondular dos telhados
aguardam uníssonas
o momento,
em silêncio,
o primeiro raio de sol
não virá só
nem será último
flocos de luz em cascata
acenderão por dentro afora
a verdade
a esperança
em brilhantes incensos
ainda longe,
pressente a noite
pacientemente a sua hora
de revirar mistérios
e despertar a aurora
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